Informações de AUDICOM-MT integra construção do Referencial Técnico de Integridade e convoca controladorias municipais a liderarem a agenda

AUDICOM-MT integra construção do Referencial Técnico de Integridade e convoca controladorias municipais a liderarem a agenda

Publicado em 01/03/2026

Atualizado em 01/03/2026

Autor: ASCOM/AUDICOM-MT

Fonte: ASCOM/AUDICOM-MT

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Autor: ASCOM/AUDICOM-MT

A Rede de Controle da Gestão Pública de Mato Grosso lançou, em 26 de fevereiro de 2026, o Referencial Técnico para Implementação e Avaliação de Programas de Integridade nos Municípios de Mato Grosso, um guia prático para apoiar prefeituras e câmaras na estruturação de políticas de prevenção, transparência, governança e resposta a desvios.

O documento foi produzido como esforço colaborativo no âmbito da Rede de Controle, reunindo instituições de fiscalização e controle e incluindo, a Associação dos Auditores e Controladores Internos dos Municípios de Mato Grosso (AUDICOM-MT) entre os participantes da construção do material — reforçando o papel técnico das controladorias municipais e dos auditores e controladores internos na condução de ambientes públicos mais íntegros.

Além de orientar a implantação, o referencial adota um modelo de maturidade em integridade pública com quatro níveis evolutivos (Fundamental, Desenvolvido, Consolidado e Referência), inspirado em referências como o Manual de Integridade Pública da OCDE e o Modelo de Maturidade em Integridade Pública (MMIP) da CGU, permitindo avanço progressivo conforme a capacidade institucional de cada município.

Durante o lançamento, municípios e legislativos municipais formalizaram adesão ao documento: Prefeituras de Santo Antônio de Leverger, Cáceres e Ipiranga do Norte, e Câmaras Municipais de Cáceres e Ipiranga do Norte assinaram termo de compromisso para implementar planos de integridade alinhados às diretrizes do guia.

Para o Presidente da AUDICOM-MT, Robson Máximo, “o referencial elimina o improviso, pois estabelece um método, uma trilha de maturidade e critérios objetivos”. E acrescenta: “Conclamo cada controlador e auditor interno municipal a assumir para si a responsabilidade pela condução do Programa de Integridade — do diagnóstico ao plano, da implementação ao monitoramento — porque integridade não é peça de marketing: é rotina de gestão, com entrega e evidência.”

Confira o Referencial Técnico para Implantação de Programas de Integridade nos Municípios AQUI.

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